A insistência da minha cachorra @oihazu em ir na área comum encontrar o novo amigo me lembrou uma história.
Eu devia ter uns oito anos. Meu pai chegou cansado do trabalho (depois de mais de 4h de ônibus, além do trabalho pesado), e eu pedi para ele montar a máquininha de costurar que eu tinha ganhado. Era novidade ter um brinquedo e eu estava realmente ansiosa. Pedi várias vezes, até que ele pegou a máquina e jogou no chão, sobrando apenas o carretel de linha. Doeu o coração, mas não chorei.
Não guardo mágoas do meu pai, mas ainda hoje tenho curiosidade de saber se aquela maquininha costurava mesmo.
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