Segundo domingo sozinha.
Engraçado como a vida oscila. No começo, a gente jura que não sobrevive. Depois, o pânico amansa e vira um silêncio calmo. É um ciclo: às vezes o céu fecha e a solidão inunda tudo; outras vezes, o corpo pede rua. E entre uma passada e outra, o hormônio da caminhada faz as pazes com o presente. O calor do verão, enfim, começa a curar.
RR
RR
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